domingo, 1 de julho de 2012


A vida é feita de viagens. Momentos efémeros da qual, como seres sociais, temos obrigação de aproveitar e viver ao máximo. Prende-se a isto a necessidade de intensificar cada instante. É aqui que surge a verdadeira essência de um momento aproveitado. Produz resultados. Produz sorrisos. Produz conhecimento. Produz aventura. Produz o risco. Produz respostas. 
Esta viagem de conquista faz-me acreditar que, por algum motivo, alinharmos no jogo da descoberta é algo positivo cujas consequências se pautam pelo engrandecimento individual e, principalmente, colectivo, inerente a duas almas que se completam e estabelecem uma relação recíproca - bi direccional.


Envolve o mundo. 



segunda-feira, 25 de junho de 2012


Não me sais da cabeça. Custa-me fazer de ti uma visão. Alguém que nunca chegou a existir no meu pensamento. 
Como pudeste significar tanto em tão pouco tempo? 
Pedi-te que não partisses. Pedi-te respeito. Pedi-te presença. Pedi-te o mundo.
À tua maneira conseguiste cumprir cada um destes pontos mas não da forma correcta... porque permaneceste pelo período de tempo mínimo em que viria a sentir a tua falta?
És especial. 
Apareceste no momento certo e desapareceste sem jeito, sem justificação, sem me dar o tempo suficiente para me mentalizar que, todos aqueles momentos, acabariam.
Volta. Quero-te. Preciso que voltes a preencher cada vazio. 
Devias ser capaz de perceber que fizeste com que eu voltasse a acreditar em muita coisa... mas... como podes ter sido capaz de me deixar na incerteza? 
Percebe que contigo é tudo mais fácil, mais fluído, mais intenso e ao mesmo tempo novidade, perigoso, mas bom.
É tudo suficiente simples e ao mesmo tempo complexo de tão bem que me faz sentir.
Volta. Deixa-me encontrar-te. Preciso que permitas com que volte a entrar na tua vida.
Não provoques este estado de ansiedade em mim. Este aperto que provoca saudade, dúvidas, medos. Volta a fazer de nós algo significativo. 
Faz-me acreditar que tudo teve um motivo. Faz-me acreditar que valeste a pena. Faz-me acreditar que de facto era especial. Faz-me acreditar que não foi um fim, mas uma pausa. 


Para conseguir a amizade de uma pessoa digna é preciso desenvolvermos em nós mesmos as qualidades que naquela admiramos.

domingo, 27 de maio de 2012

Entraste dum modo estranho. Revelaste-te uma surpresa. E já não quero que saias.

*


terça-feira, 22 de maio de 2012

Há pessoas que entram na nossa vida quando menos esperamos. Pessoas que, pelo seu jeito de ser, cativam os sentimentos duma forma muito intensa. Invadem um espaço que não lhes pertencia até então e, sem darem conta, penetram numa mente aberta a novas almas, novos saberes, novas descobertas.
São pessoas, portanto, especiais. Pessoas que remontam para tudo o que é pedido numa relação: entrega, retribuição, genuinidade e, acima de tudo, cumplicidade e exclusividade.
Funcionam como uma espécie de jogo. Cada conversa, cada olhar, cada manifestação de carinho  correspondem a oportunidades de chegar à vitória. Quanto mais se conquista cada etapa destas mais próximos  se encontram cada jogador da meta, sendo esta repleta de obstáculos, limitações e impedimentos que, num caminho árduo de crescimento, parecem ser sempre difíceis de mais... Contudo, e fruto de um longo trabalho de reflexão não é possível negar a importância destas barreiras pois são elas que, no seu cruzamento, nos tornam quem somos como indivíduos e ainda como amigos, pessoas que recebem e devem dar. 
Não será por isto mesmo então que o difícil seja não ter estas pessoas (constantemente) por perto? 
Tudo isto me leva a concordar que sim. Todo um processo de amizade necessita de altos e baixos, de cedências e de evolução. 

Quando de ambas as partes existe uma força especial capaz de os mover no sentido da mutua aprendizagem então, cada objectivo de cada etapa é cumprida!
Por fim, e com todos os benefícios de pessoas tão mágicas assim, chega-se aos resultados: ao produto de todo um processo de conhecimento, dedicação e crescimento!
Tudo isto converge para uma via de sentido único. A meta. A vitória. O (re)começo. A aposta na amizade. A eterna felicidade.